sábado, 10 de maio de 2008

CAPÍTULO 2

─ Oi linda.
─ Até que enfim você ligou Bruno. Por onde você andou o dia todo?
─ Eu estava tentando falar com você. Já faz quase uma hora que estou tentando, mas o seu telefone só estava dando sinal de ocupado. Por que? Com quem você estava conversando durante todo este tempo?
─ Verdade. Não precisa ficar desconfiado, pois não aconteceu nada demais, porém é uma longa história, então depois eu te conto porque você sabe como eu sou não é? Conto tudo nos mínimos detalhes.
─ Faça apenas um resumo do que aconteceu, aí amanhã quando nos vermos você conta tudo como gosta Ok?
─ O telefone aqui de casa, não parou de tocar hoje acredita? E toda hora que eu atendia era engano, nunca você.
─ Que engraçado! Amor amanhã você me conta essa história toda tudo bem? Eu só liguei mesmo para dizer que eu te amo e confirmar o nosso passeio de amanhã. Porque pra mim está tudo certo e pra você?
─ Fique tranqüilo porque amanhã você vai cansar de tanto ouvir as minhas histórias... E eu também gosto muito de você e é claro que vamos ao cinema amanhã. Vamos assistir aquele filme que eu quero?
─ Sim, você escolhe. O mais importante é estar ao seu lado.
─ Você é demais.
─ Vou desligar porque preciso resolver umas coisas para amanhã podermos saírmos em paz, e vá que alguém esteja querendo falar com você...
─ Até amanhã lindo. Não invente histórias, pois não quero saber de atender o telefone tão cedo.
─ Beijos. Tchau.
─ Beijos.
Porém, só foi ela desligar o telefone que já tinha alguém tentando falar com ela.
─ Alô.
─ Alô. A Talita está? Quero falar com ela.
─ Só um minuto.
─ Tatiiii telefone pra você! – Gritou Perola.
De tanto receber ligações por engano Perola ficou irritada e resolveu brincar com o desconhecido se passando pela Talita.
─ Oi. Quem é?
─ Adivinha Tati.
─ Ai! Como é difícil. Quem será? Deixa eu ver... Dú?
─ A resposta esta e...e...e...xa...ta.
─ Você não nunca muda hein? Sempre fazendo gracinha.
─ Eu mudei sim. Você quer ver? Vamos sair aí você poderá ver como eu mudei!
─ Nos encontrarmos???
─ O que aconteceu? Faz quase dois anos que não nos vemos e você fala com essa voz de espanto? Desse jeito?
─ Impressão sua. Podemos sair sim, claro que sim. Só me diga o dia, o local e o horário que eu estarei lá.
─ Amanhã às 15h. no nosso local. Pode ser?
─ Perfeito. Na sorveteira da rua debaixo?
─ Você está bem flor? Primeiro você se assusta quando eu a convido para sair, e agora não se lembra mais de nada, nem ao mesmo onde é o nosso lugar.
─ Estou brincando com você. É claro que eu sei onde é o nosso lugar, não precisa me explicar não viu?
─ Bom... de qualquer jeito irei falar. É no parque Ibirapuera. Debaixo da árvore, perto daquela ponte. Sabe? Lembrou?
─ Eu nunca me esqueci desse lugar. Sei onde onde fica, então até amanhã. Não se atrase, pois eu estou ansiosa pra encontrar com você.
─ Eu também estou. Saudades dos seus beijos.
─ E eu do seu abraço.
─ Amanhã a gente acaba de uma vez com essa saudade e coloca a conversa em dia.
─ Com certeza.
─ Até amanhã.
─ Até.

2 comentários:

Bruna disse...

Uuuh...
será que a nina
vai dar uma doideira
e vai ir no local, lah??
=oo

vereemos

beeijo
Brunna

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkkk, eu nao me aguentei e vim comentar,

que loucura! eu nunca tive coragem de fazer isso e cairia na risada tambem! rsrs
greici....